Joost de Kluijver da Closing the Loop - The Circular Changemakers

(Entrevista reportagem no final do artigo)

E-waste!! Os níveis de consumo atuais e a redução do tempo de vida útil dos produtos, têm levado à produção massiva de resíduos. A complexidade do problema levou inclusive ao aparecimento de um novo tipo de criminalidade conhecida como “trafico de lixo”. Este tipo de atividade criminosa consiste no envio de contentores de lixo proveniente dos países “desenvolvidos” para países mais pobres maioritariamente situados a sul, como o continente Africano e Asiático.


Em muitos casos o lixo acaba por ser tratado de forma ilegal, sendo esta a causa direta de diversos problemas ambientais e sociais como exploração infantil, degradação da saúde das populações, contaminação dos sistemas naturais, entre outros.

Foto de Adrianna Calvo no Pexels

Em 2012 o documentário Waste Land Film expôs ao mundo a situação da cidade de Agbogbloshie, considerada um dos locais mais poluídos do planeta. Numa lixeira interminável de lixo eletrónico, milhares de pessoas, sendo muitas delas crianças, trabalhavam no sentido de extrair metais como cobre e alumínio e reaproveitar o plástico. Muitos destes resíduos eram exportados ilegalmente para o país como “artigos em segunda-mão”, sendo um dos principais pontos de origens a Europa.

Para a grande maioria, este parece um problema muito distante e demasiado complexo, o que leva a que poucos procurem desenvolver soluções que mitiguem esta situação.


Mas isso não impediu a Closing the Loop de meter mãos à obra, e desenvolver uma solução que quebra a lógica do business as usual.


A Closing the Loop possibilita às organizações compensarem a pegada ambiental que estas geram de cada vez que compram um novo telemóvel, contribuído em simultâneo para resolver o problema do e-waste.


Para que isto possa ser uma realidade, por cada novo telemóvel adquirido pela organização, esta paga uma pequena taxa, que permite assegurar a correta reciclagem de um antigo equipamento em fim de vida, de um país em Africa. Adicionalmente a CTL ainda assegura que a reciclagem é realizada por entidades certificadas, sendo dada preferência a centros de reciclagem locais. Assim, a CTL está também a promover a criação de emprego e promoção económica local. As organizações aderentes recebem ainda relatórios com impacto conseguido por estarem associados a esta solução.

Curiosos para saber mais?


De modo a poder descobrir mais sobre esta empresa de impacto social, eu parti para mais uma jornada, desta vez em direção à capital dos Países Baixos, Amesterdão, um local multicultural, que promove a diversidade e dos locais mais apetecíveis na europa para uma escapadinha.


Falei com o Joost de Kluijver, fundador desta empresa de impacto social, que nos explicou como este processo acontece! Descobre tudo em mais um episodio do #TheCircularChangemakers



Assista ao 2º episódio da série The Circular Changemakers - The Netherlands:


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